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sexta-feira, 28 de março de 2014

Marco Civil da Internet, o que muda?

Marco Civil da Internet

Afinal, o que muda?

  • O projeto estabelece direitos e deveres

Dos usuários, empresas de telecomunicações, provedores de acesso, de páginas e do governo. 


  • Porque tanta polêmica?

Por afetar diretamente interesses de grandes empresas que atuam na internet (sites de conteúdo), as operadoras e nós, os usuários.


  • Privacidade
A operadoras e os sites devem armazenar os registros (logs) de acesso. Operadoras devem manter estes dados por um ano, e os sites por seis meses.

Exemplo: Você "assina" operadora XPTO e acessa um site XYZ. A operadora sabe quem é você quando você esteve on-line, e precisa guardar estes dados por um ano, porém não pode rastrear o que você acessou (hoje eles fazem isso e vendem as informações). O site sabe quem é você e quando você esteve lá, e tem que guardar isso por seis meses.


  • Ofensas na rede

Os sites não são responsáveis pelo conteúdo publicado pelos usuários (óbvio!), mas se a justiça determinar (e só neste caso), ficam obrigados a remover o conteúdo, sob pena de serem responsabilizados.
Exemplo: Alguém publicou um vídeo seu e você se sentiu ofendido, então você terá que ir à justiça, e o tal vídeo só será removido depois que você conseguir a ordem judicial. Mas há uma exceção: Em caso de nudez, o advogado da "vítima" pode entrar em contato diretamente com o site e solicitar a remoção. A solicitação é necessária e o site não é obrigado a remover o conteúdo se não for solicitado.


  • Remoção de perfil
Alguma vez você excluiu seu perfil de um site ou rede social? Você achou mesmo que seus dados foram excluídos? Engano seu caro usuário! Pode ter certeza de que estão lá, intactos, ou circulando pela rede.

Com o projeto a remoção de todos os seus dados será obrigatória, desde que você se manifeste, claro.


  • Neutralidade
Você não sabe, mas além dos preços absurdos e péssimos serviços, as operadoras "filtram", "regulam" o tipo e a origem do conteúdo que você acessa, privilegiando uns (tipos e origens) em detrimento de outros, e claro, com um objetivo financeiro. Essa prática é tecnicamente conhecida como traffic shaping.

Com o a regulamentação, as operadoras podem apenas vender pacotes que limitem a quantidade de dados, mas você decide como gastar estes dados. (vídeo, imagem, texto, etc..).
Elas também ficam impedidas de priorizar/preterir a origem do conteúdo, como sites de notícias, blogs, redes sociais, etc..
Exemplo: Você contrata um pacote de 10Mbps de velocidade com limite de 20Gbytes/mês de tráfego de dados. Dependendo do contrato, a operadora poderá cobrar adicional ou cotar sua conexão caso você atinga o limite, mas você decide onde vai gastar os seu pacote de dados, seja com vídeo, redes sociais, blog, email, etc..

Algumas dúvidas ainda ficam no ar, como por exemplo:

Como se dará a fiscalização da operadoras e dos sites?
Quem fiscalizará o governo?
A justiça vai julgar com mesma rigor um pedido de remoção de conteúdo do João da padaria e de um deputado?

E você, o que acha?

quarta-feira, 26 de março de 2014

Marco Civil da Internet

A Câmara dos Deputados aprovou ontem, 25/03/2014, quase que de forma unânime o chamado "Marco Civil da Internet".

O Projeto do deputado ALESSANDRO MOLON é de 2011, e ao texto final foram anexados vários outros projetos de lei que tramitavam sobre o assunto internet e regulamentação, porém de forma muito específica. Os pontos mais polêmicos, foram o da neutralidade dos dados na internet, o armazenamento de dados no país e a questão da responsabilidade dos provedores sobre conteúdos produzidos por terceiros.

Alguns defendem que o projeto visa censura, outros defendem que é justamente ao contrário, que o projeto visa garantir a liberdade de comunicação e expressão, mas e e você sabe o que significa? Já tem opinião formada, ou formaram uma opinião pra você? Antes de sair por aí emitindo seus cometários pró ou contra, que tal dar uma lida na íntegra o PROJETO DE LEI Nº 2.126, DE 2011.

Clique AQUI para ler o documento oficial.

Saiba mais em:
http://marcocivil.com.br/
http://marcocivil.org.br/
http://www.cgi.br/publicacoes/documentacao/CGI-e-o-Marco-Civil.pdf
http://marcocivilnao.com/
http://www2.camara.leg.br/documentos-e-pesquisa/fiquePorDentro/temas/marco-civil

Boa leitura!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

"Quebrando" a senha de um usuário local no Windows

Muitos já devem ter passado por algumas dessas situações:

Na empresa: O computador perdeu a relação de confiança com o domínio e você não tem a senha de um usuário local ou do administrador local; (Isso acontece pela falta da padronização)


Ou em um caso doméstico o usuário definiu uma senha para sua conta e acabou esquecendo, aí você o questiona sobre a senha sobre a senha de administrador e ele pergunta: O que é isso?



Muitos sabem muitos não sabem, mas em se tratando de Windows, isso não chega a ser um problema, pelas suas conhecidas falhas de segurança.

O Windows grava as senhas dos seus usuários locais em um banco de dados relativamente simples e de fácil acesso, o SAM, que fica em C:\Windows\System32\config\

Se você se deparar com uma situação que não tem uma senha local, siga os passo abaixo para recuperar o acesso ao S.O.

1 - Baixe o Hiren's BootCD em > http://www.hiren.info

O Hiren's BootCD é um KIT com diversas ferramentas para recuperação de desastres, exames de diagnóstico e muito mais. Uma dessas ferramentas consiste em redefinir ou "zerar" senhas de contas de usuários locais.

Feito o download, grave a ISO em um CD (lógico)

2 - Dê o boot pela mídia (você deverá configurar o setup de seu micro para que seu drive de CD/DVD seja o primeiro dispositivo a ser inicializado)

3 - Selecione a opção marcada abaixo (Neste tutorial, utilizei a versão 15.0 do Hiren's. Observe que os menus podem mudar a cada versão)













4 - Pressione Enter para confirmar o boot









5 - Selecione a opção "d" para procurar os disk drivers automaticamente
















6 - Selecione a opção 2 que é a partição do Windows (Há casos que só há uma partição)
















7 - Confirme com "y" o alerta de segurança















8 - Tecle Enter para confirmar















9 - Selecione a opção 1 (Reset)















10 - Novamente a opção 1 (Edit user...)
















11 - Agora você verá uma lista de usuários. Para "resetar" (zerar mesmo, deixar em branco) digite o nome do usuário assim como ele está listado, diferenciando maiúscula de minúsculas. Tecle Enter.
















Pronto!

Basta reiniciar e entrar com a senha em branco.


Abraço, até o próximo tutorial.




domingo, 18 de agosto de 2013

Material ITIL

Compartilhando conteúdo sobre ITIL

Clique na imagem para ser direcionado ao Skydrive


Abraço,

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Evite que o Google Chrome exponha as senhas dos usuários

Utiliza o Chrome na sua empresa? Assegure-se que seus usuários não gravem senhas no navegador.
Em redes Windows, é possível fazer isso através das GPO's (Group Policy Objects ou Objetos de Diretiva de Grupo).

Veja como é simples prevenir os usuários da sua empresa de uma possível vulnerabilidade.

Baixe a Policy Template para o Chrome aqui
https://support.google.com/chrome/a/answer/187202?hl=pt-BR
Link direto
http://dl.google.com/dl/edgedl/chrome/policy/policy_templates.zip

Salve o zip e descompacte-o na pasta no seu controlador de domínio (AD) \\seuservidor\sysvol\seudominio

No seu AD, ou servidor onde está instalado, abra o Group Policy Management (Gerenciamento de Diretiva de Grupo)

Navegue até Objetos de Diretiva de Grupo > Clique com o botão direito > Novo



















Nomeie a GPO como preferir, depois clique nela com o botão direito e em Editar, abrirá o editor de GPO.
















No editor, navegue até > Configurações do Usuário > Diretivas > Modelos Administrativos e clique em: Adicionar ou Remover Modelos...




















Na janela seguinte, clique em Adicionar e navegue até o local onde você descompactou o arquivo zip baixado.

O caminho do modelo deve ser semelhante a este > \\localhost\SYSVOL\seudominio\Chrome-Policy\windows\adm\pt-BR
















Veja o modelo adicionado.















Voltando ao editor, navegue até > Configurações do Usuário > Diretivas > Modelos Administrativos > Modelos Administrativos Clássicos (ADM) > Google > Google Chrome (Recomendada) > Gerenciador de Senhas

No lado direito a opção Ativar o Gerenciador de Senhas aparece como Não-configurado

Clique com o botão direito > Editar















Defina como Desabilitado (leia a explicação ao lado no campo Ajuda)












Pronto!

Agora você deve aplicar a GPO aos usuário conforme a sua estrutura no AD.

Obs.: Para verificar a GPO aplicada no navegador > chrome://policy/

Abraço,